Em resposta, o FAPAS defende a pertinência de uma estratégia nacional de educação ambiental para o período 2017–2020, contudo exige que o mesmo seja melhorado, melhorando lacunas existentes, nomeadamente no que concerne à inclusão de um eixo temático “Saúde Ambiental”, indo de encontro à importância que o binómio Ambiente-Saúde apresenta no contexto dos principais documentos estratégicos e políticos actuais,  ao alargar do âmbito de temáticas, como é o caso da desmaterialização, a economia colaborativa e consumo sustentável, assim como à clarificação de quais as linhas orientadoras do tipo de ações que se pretende promover, tendo em conta que as temáticas são vastas e a dispersão origina poucos resultados concretos e difusos.

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