O FAPAS (Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens), a QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza), o GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente), o LPN (Liga para a Proteção da Natureza), o MOVIMENTO SALVEM a ROM e a ASSOCIAÇÃO SOLIDARITY SOUL convidam para uma visita de observação e avaliação da nova 'avenida' que atravessa a RESERVA ORNITOLÓGICA do MINDELO, e que ficará conhecida pela 'AVENIDA PORTUGAL 2020'.

Dia 26 de janeiro, às 15 horas, no parque de estacionamento da Paria do Mindelo (Vila do Conde), seguindo-se uma visita à Reserva Ornitológica do Mindelo, que terminará às 16h30. Aconselha-se o uso de botas.

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Coligação C6 critica Governo pelo acordo assinado hoje com a ANA/Vinci, que considera ser mais um passo irresponsável, uma vez que o projeto ainda não tem a Avaliação de Impacte Ambiental concluída

Lisboa, 8 de janeiro de 2019

A Coligação C6, que integra as maiores associações de defesa do ambiente nacionais - ANP/WWF, GEOTA, FAPAS, LPN, QUERCUS e SPEA vem hoje, dia de assinatura do acordo para a construção do Novo Aeroporto de Lisboa no Montijo, criticar mais uma vez o Governo Português pelo decurso do processo, uma vez que considera que este tem sido gerido de forma irresponsável e sem respeito pelos passos necessários e legais obrigatórios.

O Governo Português avançou com a hipótese da reconversão da Base Aérea Militar do Montijo em infraestrutura aeroportuária de apoio à região de Lisboa e Vale do Tejo (Solução Portela +1), sem a necessária e obrigatória Avaliação de Impacte Ambiental estar concluída e sem comparar todas as alternativas possíveis.

Hoje, com a assinatura do acordo para a construção do Novo Aeroporto de Lisboa (NAL) no Montijo e, ainda antes de esta opção ser devidamente avaliada do ponto de vista ambiental, o Governo dá mais um passo para tornar o projeto uma inevitabilidade, facto que a Coligação C6 considera inaceitável.

As Associações da Coligação C6 recordam ao Governo que o processo de Avaliação de Impacte Ambiental não é uma formalidade para justificar a decisão e que antes pelo contrário, o Estudo de Impacte Ambiental completo e exaustivo é uma necessidade que deverá fundamentar as decisões do executivo. Consideram ainda que o discurso político de opção tomada a todo custo coloca uma pressão inadmissível nos processos em curso, exigindo aos promotores os estudos em tempos recorde, que invariavelmente acabam por ser insuficientes e superficiais.

A Coligação C6 lembra que qualquer opção para a construção do NAL apresenta diversos riscos ambientais, sociais e económicos e que todos devem ser devidamente estudados, ponderados e discutidos publicamente. E por isso, exige ao Governo Português que espere pelas avaliações ambientais necessárias para tomar as suas decisões, respeitando assim a legislação em vigor e os procedimentos lógicos e necessários. Se avançarem decisões políticas sem o necessário suporte ambiental, a C6 garante que fará tudo ao seu alcance para reverter os processos e proteger o interesse público.

Mais informações:

QUERCUS | Nuno Sequeira | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.quercus.pt | 93 778 84 74 (coordenação da C6 em 2018)

ANP – Associação Natureza Portugal em associação com WWF | Ângela Morgado | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.natureza-portugal.org

FAPAS | Nuno Gomes Oliveira| Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.fapas.pt | 917888272

GEOTA | Hélder Careto e Miguel Jerónimo| Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.geota.pt

LPN – Liga para a Proteção da Natureza | Miguel Geraldes | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.lpn.pt

SPEA - Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves | Domingos Leitão | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.spea.pt

CAMPANHA DISPONÍVEL EM TODAS AS OURIVESARIAS DO PAÍS!

A coleção "LIFE  NATURE" é um conjunto de peças feitas à mão pelos artesãos  da Wings of Feeling que desenharam e esculpiram a abelha, o sapo, lobo e o lince,  que são atualmente animais em vias de extinção! Uma coleção fashion, juvenil e prática.

Com esta coleção, apoiamos a associação FAPAS onde na compra de 1 artigo  "LIFE NATURE", estará a contribuir com 1 EURO para esta causa!

Campanha disponível  em todas as Ourivesarias do país até Junho. 

27 e 28 de abril, 2019
Arcos de Valdevez
 

Os recursos culturais, patrimoniais, turísticos, rurais  e ambientais dos territórios constituem, hoje, oportunidades várias  de desenvolvimento. Essas oportunidades podem e devem ser exploradas e valorizadas, numa lógica de crescimento e sustentabilidade. As XX Jornadas sobre Conservação da Natureza e Educação Ambiental terão como temas centrais a “Valorização do Território”  e “Educação Ambiental na valorização dos ecossistemas locais” (alguns dos objectivos da ENEA), através de comunicações (por prestigiados oradores) e debates, visitas guiadas e ateliers.

O evento é promovido pelo FAPAS  e terá  lugar a 27 e 28 de Abril na vila de Arcos de Valdevez, uma das portas de entrada para o Parque Nacional da Peneda do Gerês, sendo a Câmara Municipal de Arcos de Valdevez  co-organizadora e parceira.

 

ENQUADRAMENTO:

  • Década das Nações Unidas para a Biodiversidade 2011-2020: Viver em harmonia com a natureza
  • Década Internacional para Ação, Água para o Desenvolvimento Sustentável (2018-2028)
  • Década das Nações Unidas para os desertos e o combate à desertificação (2010-2020)
  • Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA 2020)
  • Objectivos do Desenvolvimento Sustentável

 

OBJETIVOS:

  • Difundir Equipamentos de Educação Ambiental
  • Promover os projectos e programas de alguns Equipamentos de Educação Ambiental
  • Promover informação sobre recursos naturais e serviços de ecossistemas
  • Demonstrar a importância da biodiversidade e da geodiversidade para a sustentabilidade
  • Difundir resultados de estudos de investigação sobre gestão de áreas protegidas
  • Promover o conhecimento e a valorização dos recursos naturais e culturais locais.
  • Promover a troca de experiências, aprendizagens e boas práticas

 

ORGANIZAÇÃO

Lucília Guedes- Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens

Fátima Gonçalves- Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens

Alexandra Nogueira- Câmara Municipal de Arcos de Valdevez

Emília  Cerdeira  - Veradora de Ambiente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez

Rita Ferreiro - ADERE (Parque Natural da Peneda do Gerês)

 

ORADORES:

Sónia Almeida  (ADERE/Parque Nacional da Peneda do Gerês)

José Antonio Amoeiro Mosquera (Parque Natural Baixa Limia-Serra do Xurés)

Miguel Dantas da Gama  (FAPAS)

Luisa Schmidt  (Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa)

Paula Maria Seixas de Oliveira (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro)

Cláudia Carvalho-Santos (Universidade do Minho)

Filipe Ribeiro (MARE-Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)

Sofia Vaz (CIBIO-INBIO Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos)

Rita Ferreiro (Adere/ Parque Nacional da Peneda do  Gerês)

Nuno Gomes de Oliveira (FAPAS)

Filipe Ribeiro (MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa)

Jorge Neves (Agência Portuguesa de Ambiente)*

*Sujeito a confirmação

 

MODERADORES:

Helena Freitas

José Pissarra

Lucília Guedes

 

TRANSPORTE:

Os primeiros 50 inscritos poderão usufruir de transporte gratuito- Porto-Arcos de Valdevez (27 de Abril) e Arcos de Valdevez-Porto (28 de Abril). O autocarro partirá da sede do FAPAS pelas 7h.

 

ACREDITAÇÃO:

As Jornadas serão acreditadas para Educadores de Infância e professores do Ensino Básico e Secundário, pelo Centro de Formação FAPAS, para efeito de formação contínua de professores (15h). 

 

MOSTRA DE CARTAZES:

Os participantes poderão enviar posters sobre Educação Ambiental no âmbito da Biodiversidade e Conservação da Natureza, até 11 de Abril para o FAPAS, Rua Alexandre Herculano, 371, 4º dto, 4000-055 Porto (ao cuidado de Lucília Guedes)

 

INSCRIÇÃO:

A inscrição nas Jornadas deve ser feita no site  http://www.fapas.pt/cff/. A aceitação da inscrição será confirmada por e-mail pela Comissão Organizadora.

Forma de pagamento: Transferência Bancária

A transferência bancária deverá ser feita para o IBAN: PT50 0033000045333 19667205

Custo de Inscrição:

Estudantes-25€

Sócios-35€

Não Sócios- 45€

 

PROGRAMA:

O programa estará disponível brevemente em www.fapas.pt e em www.fapas.pt/CF

 

APOIOS: 

FAPAS

Município Arcos de Valdevez

CF FAPAS

APA - Agência Portuguesa do Ambiente

ICNF - Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas

DGEstE - Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares

                

CONTACTOS:

Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | 22 2002472

O azevinho, de nome científico Ilex aquifolium L. é um arbusto muito procurado pela sua grande beleza. De casca cinzenta e lisa, copa densa e folhas rígidas e elípticas, com margem normalmente espinhosa e pontiaguda, esta espécie possui frutos vermelhos e carnosos muito característicos e tentadores. O seu valor ecológico é muito importante uma vez que fornece abrigo e alimento para a vida selvagem durante os duros meses de inverno. Se pretender comprar azevinho, certifique-se que está a fazê-lo legalmente. O Decreto-Lei n.º 423/89, de 4 de Dezembro - proíbe, em todo o território do continente, o arranque, o corte total ou parcial, o transporte e a venda de azevinho espontâneo, Ilex aquifolium L.
Segundo instruções do Instituto de Conservação da Natureza, todos os vendedores devem ter um certificado em como o compraram a um videirista autorizado pelos serviços florestais a fazer cultura da espécie. Esse documento, uma espécie de bilhete de identidade é essencial para que alguém o possa vender, pois é a única prova em como não foi apanhado indevidamente.
O FAPAS apela à responsabilidade dos cidadãos para evitar também o corte de árvores e de outras espécies de flora.
O corte descontrolado de árvores é prejudicial à sustentabilidade ambiental. Também a manutenção do musgo que cresce nas rochas, solos e casca das árvores, é fundamental na medida em que contribui para a formação e conservação dos solos, bem como para evitar a erosão, pois retém água e favorece a germinação das sementes.

Caro Consócio, O FAPAS, como responsável pelo tratamento dos dados pessoais dos seus associados, garante que promove medidas adequadas para cumprimento da proteção de dados, conforme disposto no Regulamento Geral de Proteção de Dados, em vigor. Nos termos desse Regulamento, os associados devem exercer o seu direito de retificação/atualização dos seus dados pessoais, pelo que se solicita o preenchimento e devolução ao FAPAS do seguinte formulário:

Anexa-se a Circular Sócios

Lisboa, 13 de Novembro de 2018

A rola-brava é uma espécie icónica da fauna portuguesa e a informação científica mais recente sobre esta espécie revela um decréscimo populacional em Portugal, desde 1994, na ordem dos 80%. A situação é de tal forma grave, que a Comissão Europeia considera actualmente a caça à rola-brava uma violação da Directiva Aves. É urgente que o Ministério da Agricultura suspenda a caça a esta espécie e implemente medidas adequadas de gestão dos habitats agrícolas dos quais depende.

 

A rola-brava, também conhecida por rola-comum, é uma espécie icónica da fauna portuguesa e do imaginário popular e erudito do país. É uma espécie cinegética, das mais queridas dos caçadores portugueses. É caçada no final do verão, em Agosto e Setembro, na sempre aguardada abertura da época de caça às espécies migradoras.

As populações da rola-brava têm diminuído acentuadamente por toda a Europa nas últimas dezenas de anos, devido a dois factores principais. Por um lado, a intensificação agrícola, nomeadamente o corte de sebes, a destruição de mosaicos agrícolas e o uso indiscriminado de fitofármacos, e, por outro lado, a caça excessiva, em países como França, Espanha, Portugal e Itália (1, 2).

A situação da rola-brava é de tal maneira grave que a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) classificou-a como espécie Vulnerável à extinção em 2015 (1). A Comissão Europeia (CE) encarregou a BirdLife Internacional e a Federação das Associação de Caçadores Europeias (FACE) da elaboração de um plano de acção para a espécie. Esse plano determina que é urgente restaurar e manter os habitats agrícolas de boa qualidade e implementar a caça dentro de níveis de abate sustentáveis (2). Para determinar o nível de abate, está a ser desenvolvido um modelo de gestão cinegética da rola-brava. Mas enquanto esse modelo não aparece, a CE considera a caça da rola-brava uma violação da Directiva Aves, devido ao estado desfavorável das suas populações.

Em Portugal, a situação é idêntica ao resto da Europa. O Censo de Aves Comuns mostra um decréscimo populacional acentuado desde 2004 (3). Mas a informação científica mais recente revela factos mais preocupantes. Uma tese de doutoramento do Instituto Superior de Agronomia revela uma regressão populacional acentuada da rola-brava desde 1994 (4). A diminuição média em Portugal é de 80%. Ou seja, por cada 100 rolas que existiam em Portugal em 1994, actualmente existem apenas 20. O estudo revela ainda que a caça à rola se sobrepõe ao seu período reprodutor em todas as regiões, e incide sobretudo na população nidificante. Tal como documentado nesse estudo, 30% das rolas caçadas em Portugal são abatidas quando ainda se encontram a nidificar. Estes factos vêm corroborar o que a C6 tem vido a defender, a caça que se pratica actualmente à rola-brava em Portugal coloca em risco a sobrevivência da espécie.

Perante este cenário, impõe-se a seguinte pergunta: de que é que o Governo Português, o Sr. Ministro da Agricultura, o Sr. Secretário de Estado das Florestas e os caçadores portugueses estão à espera para suspender a caça à espécie? Não podemos deixar que a rola chegue ao risco eminente de extinção, como já chegou noutros países da Europa.

A Coligação C6, que integra as maiores Associações de Defesa do Ambiente portuguesas e é constituída pelo GEOTA, FAPAS, LPN, QUERCUS, SPEA e ANP/WWF, defende assim a suspensão imediata da caça à rola-brava em Portugal e em toda a Europa. Esta é também a posição de muitos caçadores portugueses, preocupados com a redução acentuada destas rolas no campo. Esta suspensão deve vigorar até que seja definido o limite sustentável de abate, e que esse limite possa ser correctamente implementado no nosso país.

É confrangedora a inércia da tutela da caça perante a situação dramática da rola-brava em Portugal. É urgente que o Ministério da Agricultura tome medidas:

  1. Suspenda a caça à rola-brava até existir informação inequívoca sobre o nível sustentável de abate. Portugal deve mostrar que está realmente empenhado na protecção da espécie, deve tomar a iniciativa de suspender a caça, e depois influenciar os vizinhos espanhóis e franceses para fazerem o mesmo.
  2. Implementar medidas de gestão do habitat agrícola da rola-brava. O Ministério da Agricultura tem nas suas mãos o instrumento financeiro adequado, que é o Programa de Desenvolvimento Rural. Em vez de canalizar centenas de milhões de euros para os regadios intensivos e para as monoculturas florestais, o Ministro da Agricultura tem a possibilidade de criar medidas agro-ambientais que favoreçam o habitat da rola-brava. Medidas que sirvam os agricultores que querem manter os mosaicos agrícolas tradicionais, as sebes e os bosquetes, fundamentais para a sua nidificação.
  3. Divulgar as estatísticas da caça e criar mecanismos efectivos de seguimento do número de exemplares abatidos. A C6 já obteve do Secretário de Estado das Florestas a promessa de que os dados dos abates iriam ser divulgados, mas até agora não se viu nada. Não é possível fazer uma boa gestão da caça, sem se conhecerem os números do abate efectuado em cada época.

Consideramos ainda que o Ministério do Ambiente, Ministério que tutela a área da conservação da biodiversidade, se deveria pronunciar com prontidão, deixando clara a sua posição sobre o risco de extinção em Portugal da rola-brava e sobre o que vai fazer para reverter a situação.

A C6 apela aos caçadores de Portugal que pressionem a tutela a tomar as medidas adequadas de protecção da rola-brava, especialmente a suspensão da caça e as medidas de gestão do habitat. Só assim será possível proteger agora para continuar a caçar no futuro esta espécie, que é tão querida dos portugueses.

 

Notas para os Editores:

 

Contactos para mais informações:

QUERCUS | Nuno Sequeira | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.quercus.pt I 93 778 84 74 (coordenação da C6 em 2018)

ANP – Associação Natureza Portugal em associação com WWF | Ângela Morgado | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.natureza-portugal.org

FAPAS | Nuno Gomes Oliveira| Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.fapas.pt | 917888272

GEOTA | Hélder Careto e Miguel Jerónimo| Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.geota.pt

LPN – Liga para a Proteção da Natureza | Miguel Geraldes | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.lpn.pt

SPEA - Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves | Domingos Leitão | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. | www.spea.pt

No dia 23 de Novembro comemora-se o Dia da Floresta Autóctone e como habitualmente vamos estar no terreno com múltiplas iniciativas de plantação, tendo por objetivo promover a floresta nativa e as espécies autóctones, contando com a habitual cooperação de múltiplas entidades e com o apoio massivo  da comunidade educativa.

Mais informações em Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Porto, 29/10/2018

O FAPAS (Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens) manifesta o seu regozijo e chama a atenção:

1- Para a decisão empresarial de não iniciar a pesquisa de petróleo ao largo da costa portuguesa;

2- Tal não é uma mera decisão empresarial, mas o resultado de uma contínua e articulada ação da cidadania, da qual o FAPAS fez parte, e da oposição de todos os sectores económicos, sociais e políticos do Algarve e de muitas outras regiões;

3- O FAPAS lembra que esta, mais esta vitória ambiental, se deve a uma estratégia integradora e a uma visão clara, e faz votos para que este sucesso ambiental possa servir de exemplo para outras lutas, e novas vitórias do ambiente;

4- Esteve o FAPAS representado nas primeiras sessões em Aljezur e Vila do Bispo, onde teve ocasião de conhecer uma verdadeira heroína portuguesa a Dª Otília, de Aljezur, que se opôs bravamente a esta atividade especulativa, destruidora do ambiente e neste caso, também, infringindo a legalidade.
Nessas sessões o FAPAS testemunhou e deu como exemplo a luta contra a mineração de urânio em Nisa onde, no século passado, a nossa associação teve um papel central ao elaborar um parecer sobre o estudo de impacto e organizar os primeiros movimentos, na linha do que agora se fez no Algarve, envolvendo todos os sectores.
O FAPAS esteve ainda envolvido e apoiou os movimentos locais, também no litoral Oeste, e participando em sessões de esclarecimento e apoiando a oposição local.

5- Não podemos deixar de assinalar que não podem o Ministro do Ambiente, nem o do Mar, de nenhuma forma associar-se a esta importante e significativa vitória, da sustentabilidade, do mar e da transição energética.

Para mais informações, contactar: António Eloy, 919 289 390

O FAPAS (Fundo para a Proteção dos Animais Selvagens) submeteu com sucesso duas candidaturas ao Fundo Ambiental : “Cidadania e valorização do Rio Inha” é uma delas.  No âmbito deste projecto, vai decorrer um Seminário “Descobrir e conhecer o Rio Inha” no próximo  dia 7 de Novembro dirigido à comunidade educativa e população em geral. Os docentes  interessados devem inscrever-se em www.fapas.pt/cff/  (evento considerado de Ação de Curta Duração pelo Centro de Formação FAPAS)

Para mais informações contactar Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou através do telefone 22 2002472